Era noite quando a garota se sentou na
varanda, com um livro em suas mãos, e se pôs a olhar para o céu. Começou, como numa
oração, a movimentar levemente os lábios em silêncio.
Contando
estrelas... Contando os dias para te ter em meus braços... E nunca mais te
deixar ir...
Contou cara estrela que viu, fez pedidos às
mais bonitas e esperou que se realizassem. Guardou as esperanças em uma
caixinha de madeira escura numa parte especial de sua memória – e coração – e deixou
que um sorriso tímido lhe iluminasse o rosto.
Não
eram tantas estrelas, afinal.
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Abril de 2012
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