E eu não quero que você se vá. Não por enquanto, pelo menos... Pois eu tenho tanta, mas tanta coisa pra te falar que um ou dois encontros não seriam suficientes. Eu precisaria te ver todos os dias, sentir sua pele contra a minha ou qualquer coisa que faça com que a gente fique perto um do outro para conseguir te dizer tudo o que tá entalado aqui na minha garganta faz um bom tempo. Se depois de tudo você decidir ir embora mesmo assim, eu quero que você vá sabendo o quanto eu te gosto. O quanto eu te quis por perto; o quanto eu desejei que tudo desse certo; o quanto eu me esforcei para fazer de você um cara feliz. E aí, seja qual for sua decisão, eu vou estar em paz – não com o meu coração, porque ele ainda vai bater forte quando eu me lembrar de algum momento contigo – com tudo isso. Eu vou entender que não era pra ser e que a culpa não foi minha.
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Agosto de 2010
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